Exportações e emprego de Franca e do Brasil em setembro/2019

29/10/2019

Segundo dados elaborados pelo Sindifranca, no mês de setembro, Franca embarcou US$ 5,759 milhões, um aumento de 6,4% em receita no comparativo com igual mês do ano passado.Terceiro mês seguido de alta,







EXPORTAÇÕES



Franca 


Segundo dados elaborados pelo Sindifranca, no mês de setembro, Franca embarcou US$ 5,759 milhões, um aumento de 6,4% em receita no comparativo com igual mês do ano passado.  Terceiro mês seguido de alta, no entanto, com o resultado acumulado de janeiro a setembro, os calçadistas francanos somaram a exportação de 50,564 milhões de dólares, pequena queda de -2,4% em receita na relação com mesmo período de 2018.



Exportações Brasileiras

Foram embarcados para o exterior 8,6 milhões de pares, que geraram US$ 73,47 milhões, queda de 12,8% em volume e aumento de 2,5% em receita no comparativo com igual mês do ano passado. Com o resultado, de janeiro a setembro os calçadistas somaram a exportação de 83,3 milhões de pares que geraram US$ 718,1 milhões, altas de 5,6% em volume e de 2,6% em receita em comparação com o mesmo período de 2018.

O destaque do mês foi os Estados Unidos que importou 992,8 mil pares por US$ 14,24 milhões, aumento de 122% em volume e de 68% em receita na relação com mesmo mês de 2018. Já no acumulado dos nove meses, os norte-americanos somaram a importação de 8,9 milhões de pares, que geraram US$ 150,23 milhões, aumento tanto em volume (38,4%) quanto em dólares (38,1%) na relação com igual período do ano passado 2018. Este crescimento se deve especialmente em função da guerra comercial instalada entre os Estados Unidos e a China, comentou o presidente José Carlos Brigagão do Couto. “Os importadores americanos acabam buscando alternativas ao calçado chinês, o que faz com que o calçado brasileiro seja uma boa opção pelo menos nesse primeiro momento”, explica. A Argentina segue sendo o segundo destino do calçado brasileiro (1,25 milhão de pares por US$ 11,38 milhões, aumento de 12% em volume e queda de 1,7% em dólares no comparativo com mesmo mês de 2018). O terceiro lugar foi a França, que em setembro importou 385,17 mil pares por US$ 2,62 milhões, quedas tanto em volume (-70,4%) quanto em receita (-22,3%) na relação com mesmo mês do ano passado. 



Estados

O principal exportador dos nove meses do ano segue sendo o Rio Grande do Sul. Impulsionadas pelos embarques para os Estados Unidos, as exportações gaúchas somaram 22,6 milhões de pares por US$ 332,97 milhões, aumentos de 13,7% em volume e de 4,5% em receita no comparativo com mesmo período do ano passado. O Ceará foi a segunda principal origem das exportações brasileiras de calçados com a exportação de 28,3 milhões de pares, que geraram US$ 173,58 milhões, queda de 0,2% em pares e aumento de 5,2% em receita em relação ao mesmo período de 2018. A terceira origem das exportações de calçados foi São Paulo. No acumulado do ano, os paulistas embarcaram 5,72 milhões de pares por US$ 76,79 milhões, aumento de 8,2% em volume e queda de 2,4% em receita no comparativo com mesmo período do ano passado. 



Importações

As importações de calçados também aumentaram em setembro. No mês nove, entraram no Brasil 2,6 milhões de pares por US$ 42,26 milhões, altas de 28% em volume e de 47,7% em valores no comparativo com mês correspondente de 2018. Com o resultado, as importações dos nove meses somaram 22,2 milhões de pares e US$ 288,97 milhões, aumentos de 2% em volume e de 4,8% em valores em relação a igual período do ano passado. As principais origens no acumulado do ano foram Vietnã (9,28 milhões de pares e US$ 143,8 milhões, quedas de 3,7% e de 6,9%, respectivamente, ante 2018), Indonésia (3,74 milhões de pares e US$ 59,42 milhões, altas de 22,1% e de 19,3%, respectivamente) e China (6,73 milhões e US$ 37 milhões, queda de 1,1% em pares e aumento de 25,8% em dólares). “Esse aumento das importações vindas da China também é consequência da guerra comercial entre chineses e norte-americanos, visto que a China acaba desviando seus embarques para países alternativos, como é o caso do Brasil”, explica Brigagão.



Confira os dados baixando a Estatística completa AQUI.