ESPAÇO MODA FRANCA na Francal 2018

19/07/2018

O estande coletivo Espaço Moda Franca participou da 50ª Francal com 20 empresas e vendeu mais de 45,9 mil pares, com faturamento aproximado de R$ 3,9 milhões


Com 20 pequenas e médias empresas de calçados, o Espaço Moda Franca, estande coletivo da cidade que participou da 50ª Francal (Feira Internacional da Moda de Calçados e Acessórios), vendeu mais de 45,9 mil pares e teve um faturamento de aproximadamente R$ 3,9 milhões na feira. Os números constam de uma pesquisa de avaliação feita pelo Sindifranca (Sindicato das Indústrias de Calçados de Franca). 



Subsidiado parcialmente pela Prefeitura, que apoia a participação de empresas que não têm condições de arcarem sozinhas com os custos, e apoio institucional do Sindifranca, que ajuda na organização do espaço, neste ano o Moda Franca contou ainda, além das 20 empresas de calçados, com três fabricantes de bolsas. O investimento por parte da Prefeitura foi de aproximadamente R$ 210 mil e as empresas arcaram com o restante dos custos.



“Os dados superaram as minhas expectativas. Outro ponto positivo, está relacionado à exportação, pois Franca tem passado um momento distante das exportações e observando os resultados vimos um movimento positivo em relação a isso, posso considerar que foi um resultado muito bom”, disse a secretária de Desenvolvimento, Flávia Lancha. 



Outros países



De acordo com relatório feito pelo Sindifranca, 13 empresas francanas ainda fizeram contatos e negócios com 14 países: África do Sul, Arábia Saudita, Bolívia, Cingapura, Costa Rica, Croácia, Emirados Árabes, Equador, Índia, Indonésia, Líbano, Líbia, Peru e República Dominicana. 



Em 2017, foram R$ 3,944 milhões em negócios/vendas e aproximadamente 50 mil pares vendidos, com 17 empresas participando do Espaço Moda Franca. 



Regular



De acordo com o presidente do Sindifranca, José Carlos Brigagão do Couto, de um modo geral a avaliação desta edição da Francal foi regular, reflexo da visitação reduzida de lojistas e da recessão econômica, gerando elevação de estoques nas lojas. 



“Apesar dos volume negociado ser próximo do ano passado, há que se considerar que este ano tivemos 20 empresas participando e em 2017 foram 17. As vendas não alcançaram as expectativas, em decorrência da recessão econômica que vem se arrastando desde 2014”, disse Brigagão do Couto. “Na Francal, houve muitos importadores, cujos resultados de negócios se confirmarão nos próximos meses. O impacto da crise principalmente política, da greve dos caminhoneiros e a ausência das reformas necessárias para impulsionar a economia, além do desemprego altíssimo no País, frustraram as vendas”, completou Brigagão.